Ciclo de debates
II CICLO DE DEBATES OUTRA VISÃO
Realizamos com sucesso o II Ciclo de Debates Outra Visão, um marco na consolidação do diálogo entre a universidade, o sistema carcerário e a sociedade civil. O evento cumpriu sua missão de constituir um espaço de reflexão crítica e formação cidadã, conectando o saber acadêmico às vivências daqueles que conhecem o sistema prisional por dentro.
Com abrangência internacional e transmissão de conhecimento para além dos muros da UEMA, o evento reuniu pesquisadores, ativistas, estudantes e egressos para enfrentar os desafios do encarceramento em massa e da reintegração social.

O que nos moveu
Diante do cenário desafiador do sistema prisional brasileiro, buscamos ir além do diagnóstico. Este ciclo foi uma ferramenta de valorização da extensão universitária, promovendo debates intersetoriais sobre direitos humanos, combate à discriminação e novas visões sobre a justiça.

ACERVO
Os debates não se encerraram com o fim do evento. Disponibilizamos nesta página os registros audiovisuais completos das palestras e rodas de conversa.
Convidamos você a assistir, compartilhar e continuar construindo conosco uma sociedade que supere a lógica da exclusão.
Cartas
Produzidas pelos estudantes revelam uma rica diversidade de opiniões diante do fenômeno carcerário e do sistema de justiça. Enquanto uma parcela expressiva adota uma postura de empatia e solidariedade — direcionando mensagens de acolhimento focadas no direito a uma segunda chance e na dignidade das mulheres custodiadas na UPFEM —, há também posicionamentos voltados para a responsabilidade individual, pontuando que o cometimento de um delito exige a devida responsabilização legal. Os escritos dividem-se ainda entre críticas contundentes à seletividade penal e à exclusão socioeconômica, e demandas por melhorias institucionais práticas, como o aperfeiçoamento da assistência à saúde mental e da qualificação profissional pelo poder público. Essa pluralidade de visões evidencia que as oficinas funcionam como um espaço democrático que respeita as diferentes percepções e sensibilidades sobre a prisão.





























